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Prepare seu condomínio para o período de chuvas

Que tal aproveitar para conferir se a infraestrutura e as manutenções do seu condomínio estão em dia antes da chegada das temidas chuvas de verão?

Checklist do condomínio para enfrentar o período de chuva

“Alguns municípios definem este período como Operação Guarda Chuva. Nesse sentido, todo síndico deve estabelecer ações preventivas para eliminar ou minimizar os riscos causados pelas chuvas nessa época”, afirma João Carlos Tobias, especialista em Segurança do Trabalho.

Veja os itens para verificação:

  • Limpar todos os ralos, grelhas, calhas nos subsolos, térreo e barrilete (topo do prédio).
  • Colocar ou trocar as telas nos ralos das áreas comuns por onde passa água para rede pluvial: evita entupimento ao minimizar a quantidade de sujidade.
  • Verificar todos os toldos, coberturas, telhados, luz piloto (no topo do prédio), antenas.
  • Verificar a saúde das árvores, arbustos e solicitar na prefeitura as devidas podas. (Se suspeitar de risco de queda, acionar a prefeitura).
  • Verificar se nas áreas comuns está afixada a placa de alerta conforme a NBR 5419/2015: “Não circular pelas áreas externas do edifício em caso de tempestade”.
  • Fazer a revisão geral do gerador com troca de óleo, filtros e limpeza do tanque de combustível, após abastecer.
  • Testar e verificar todo o sistema de iluminação de emergência, com revisão de lâmpadas e, em caso de baterias, se estas estão com vida útil adequada, caso contrário providenciar a troca.
  • Revisar todos os quadros de elétrica.
  • Conferir as bombas que fazem a retirada de água do prédio, as bombas de poços.
  • Fazer a limpeza do poço do elevador, revisando se não há infiltração ou água empossada (ideal que tenham backup para emergência).
  • Verificar se todo o encanamento está identificado para ação rápida, em caso de necessidade de fechamento imediato.
  • Revisar o sistema de segurança abastecido pelo gerador, em caso de falta de energia.
  • Revisar os portões, verificar se o sistema elétrico/eletrônico está protegido das chuvas e aterrado, além de estar sendo alimentado pelo gerador em caso de falta de energia.
  • Limpar a tubulação de água de chuva e esgoto, caixas de esgoto no térreo e drenos nos jardins, fazendo com que fiquem livres e evitando problemas nos apartamentos mais baixos ou na área comum do prédio.
  • Verificar a fixação de barreira mecânica.
  • Verificar as condições de limpeza e impermeabilização de respiros de subsolos.
  • Verificar o topo do prédio, garagens e térreo evitando que tenhamos vazamentos ou infiltrações.
  • No caso de portaria virtual/remota, o síndico deve fazer uma reunião com a empresa para criar o procedimento de emergência para possíveis problemas de comunicação, como duplicar a forma de comunicar acesso em caso de falta de energia.

Áreas de alagamento: faça mapeamento e ações preventivas

  • INTERNO: Mapeie pontos de alagamento, pois podem orientar no remanejamento futuro de ralos.
  • EXTERNO: Conhecer alagamento de vias públicas no entorno pode auxiliá-lo a acionar o poder público, se necessário, ou a tomar medidas preventivas para evitar a entrada de águas no subsolo, por exemplo.

“Para evitar entupimento, uma medida eficaz é limpar com jato d’água lajes impermeabilizadas ou telhas e calhas. Conforme o caso, remover previamente a poeira de cimento, protegendo os ralos durante a limpeza, para impedir que ocorram entupimentos”, indica Velloso.

Se notar entupimentos ou demora no escoamento da água nos condutores, uma limpeza com desentupimento é recomendável. “Aliás, fazer isso anualmente é bastante salutar”, recomenda.

Medidas para os dias de chuva forte

É importante que o síndico tenha um plano de contingência customizado para o seu condomínio que inclua medidas para os dias de chuva forte e situações de alagamento.

Os especialistas entrevistados listaram os seguintes tópicos que podem servir como base para a elaboração do plano de contingência:

  • Não permitir uso de quadras, playgrounds ou piscina. Melhor bloquear o acesso à área comum, especialmente de crianças.
  • No caso específico do playground, é importante deixar a manutenção em dia para evitar problemas como peças soltas e o perigo de atingirem alguém.
  • Em casos de tempestades mais sérias, solicitar aos condôminos que desliguem aparelhos eletroeletrônicos das tomadas e, se o condomínio não tiver gerador, evitarem o uso do elevador.
  • Avisar idosos para não sair e não pegar elevador.
  • Desligar equipamentos com risco de ficarem submerso para não queimar e não causar incêndio. Exemplos: portão e elevador.
  • Deixar fluxo de água correr. “Às vezes vai precisar deixar um portão aberto porque a água pode arrastá-lo e causar acidentes graves. envolvendo moradores, transeuntes e carros, a depender da configuração do condomínio”, justifica Elis Rocha.
  • Fotografar ou filmar a ocorrência para documentar, em caso de precisar acionar o seguro do condomínio.

Este plano de contingência deve ser divulgado a todos os funcionários e moradores. “Compartilhe esse documento com todos e, de tempos em tempos, faça comunicados para reforçar as medidas e simulação, em um café da manhã, para repassar os pontos”, sugere Elis Rocha.

O que fazer quando houver queda de energia

Alguns procedimentos precisam ser realizados, assim que ocorrer a queda de energia. O zelador deve estar junto com o pessoal da portaria, de preferência, para tomar as primeiras ações.

  1. COM GERADOR:
    1. Verificar se o gerador foi acionado devidamente, e se todos equipamentos que ele atende estão funcionando.
    2. Conferir se, no momento de transição entre a queda da energia e acionamento do gerador, o elevador não travou e ficou alguém preso na cabina. Se houver alguém, solicitar o resgate com técnico da empresa responsável.
    3. Ligar na Concessionária e avisar sobre a situação.
  2. SEM GERADOR:
    1. Verificar se sistema de iluminação de emergência está funcionando.
    2. O zelador ou outro funcionário precisará abrir e fechar manualmente os portões.
    3. Conferir se não há alguém preso no elevador. Se houver alguém, solicitar o resgate com técnico da empresa responsável.
    4. Ligar na Concessionária e avisar sobre a situação.

Fonte: Síndico Net

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Artigo por: nmundoblog