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Especialista dá dicas para uma mudança de casa tranquila

A mudança residencial pode ser uma ótima oportunidade para recomeçar, recriar ambientes e aproveitar os novos espaços para soltar a imaginação. Mas tudo deve ser feito com planejamento, paciência e organização. Caso contrário, pode se tornar um processo muito desgastante.

Entre os procedimentos que podem diminuir as possíveis dores de cabeça desse momento, a elaboração de listas e o cuidado em contratar uma empresa adequada para o serviço são as etapas mais importantes, segundo Otávio Mascarenhas, chefe de setor de carregamentos. “O melhor jeito de não esquecer nada é colocando no papel. As listas são um grande passo para uma mudança tranquila. Depois disso, basta ter uma boa empresa de mudança residencial que a pessoa está livre do estresse do transporte”, comenta.

Entre os serviços oferecidos por empresas de mudança residencial estão a embalagem, carregamento, transporte e alocação dos objetos no novo espaço. Mas, para quem optar pelo chamado “faça você mesmo”, é importante pensar nas embalagens e nas leis para transporte nas áreas urbanas da cidade. “Os materiais mais adequados para ter certeza de que a pessoa não vai ter problemas com o transporte são o papel kraft, plástico bolha ou caixas de papelão”, indica Otávio.

Mas não é só no dia da mudança que a paciência é importante. Outro momento que pode ser trabalhoso e demorado é a organização dos móveis e objetos e a adaptação dos moradores com os novos espaços.

Juliano Lima, estudante de Publicidade, de 30 anos, e Nathalie Cruz, professora de Artes, de 22, passaram por essa situação na cidade de Sorocaba e contam que levaram alguns dias para se acostumar com o novo local.

O casal, que namora há quase três anos, resolveu sair da casa dos pais para começar uma vida junto em um novo apartamento. Juliano morava no bairro Júlio de Mesquita. Já Nathalie é da cidade de Alumínio (SP). Por sorte, o apartamento escolhido como novo lar, localizado no Jardin Sandra, já estava semi-mobiliado e Nathalie conta que eles só tiveram que trazer alguns móveis. ” Só precisamos nos preocupar com alguns móveis pessoais, como o micro-ondas, a TV e a geladeira. A mudança foi basicamente de objetos pessoais que ambos tínhamos em nossos quartos e alguns móveis doados pelos meus avós, que buscamos de caminhão em Mairinque (SP). Como sou meio neurótica com organização, fizemos listas pra facilitar o processo” conta.

Mas, apesar da mudança ter sido tranquila, o casal passou por momentos intensos na hora de se despedir de suas famílias. “Meus pais choraram, eu chorei, parecia até que eu ia morar em outro País, mas tudo isso eu já esperava”, conta Nathalie.

E foi quando o transporte dos móveis terminou que começou o estranhamento. “A primeira semana foi bem estranha, parecia que a gente tinha alugado uma casa na praia, que ia passar uma semana e depois voltar pra casa de nossos pais”, diz Juliano.

Mas, com o passar do tempo, estabelecendo as novas rotinas, o casal foi conseguindo se adaptar ao novo espaço. “Você percebe que está na sua casa, começa a prestar atenção nas coisas que precisa organizar, começa a ter ideias pra decorar e aí o pertencimento chega e aquele espaço estranho se torna seu lar”, completa.

Fonte: G1

Categoria: ATUALIDADE

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Artigo por: nmundoblog